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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Experiências Atenienses: cervejas mitológicas e desbravando a cozinha grega

Depois de um dia de muito sol, fomos tomar uma Mythus, a melhor cerveja grega (quiçá a melhor melhor cerveja depois da Guinness), no bar do Costas. Bem, o dinheiro curto, claro, porque o filósofo não ganhou nada na Acrópole. Bem, isso em Atenas não nos foi um problema, já que um senhor muito simpático que não conhecemos nos pagou duas cervejas. Como estávamos virando fregueses assíduos, comentei com Kaka que "se bobear o Costas nos paga uma gelada eim?". Não é que ele chegou com duas mitológicas e disse: "essas são de graça, daquele senhor, não sei porque, mas disse ele que vai pagar bebida pra vocês". A melhor explicação é que os gregos são extremamente legais. Uma pena a língua ser tão distante e dificultar um bom e velho papo no buteco com o cara que sem mais nem menos pagou duas pros dois aqui.
Já no dia seguinte, no Monastikari, um bairro histórico e bastante interessante de Atenas, conhecemos a cozinha de um restaurante cujo chefe conhecia o Braganino (entenda-se o Bragantino, time de SP). Estávamos passando na rua e ele perguntou se queríamos comer. Disse que já tínhamos almoçado e ele insistiu que conhecêssemos a cozinha, só pra ver como se faz a tradicional comida grega. Inhamiiii Inhammmi, quase comemos de novo.  
as mitológicas
No mercado de pulgas em Monastikari

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Feta, Pita e Mythos

Depois de menos de duas horas de vôo, um pouco sonolento devido ao vinho no avião, a Grécia já se mostrou bela de cima. Não vimos nada em Atenas ainda, mas tivemos nossa primeira refeição com duas coisas que sempre quis comer aqui: o autêntico queijo feta e o delicioso pão pita. Comíamos isso todo dia em Dublin, mas o original é sempre muito mais saboroso, incomparável (como o macarrão a bolonhesa em Bologna!). Um pequeno banquete num simpatissíssimo restaurante num quarteirão perto da praça Omonia, onde descemos do metrô. E a cerveja grega é tão boa quanto o vinho. Desde quando li Homero pensava se os banquetes gregos na época helênica eram realmente incríveis. Ah, mas deveriam mesmo ser.