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domingo, 29 de abril de 2012

tudo novo de novo

Quem aí já se mudou para uma cidade sem conhecê-la? Pois ontem à noite, chegamos, pela primeira vez, na cidade que agora vai ser o nosso lar. Pela segunda vez em nossas vidas, nos mudamos para um lugar onde nunca estivemos antes.
Quando fomos de mala e cuia para a Irlanda, chegamos em Dublin com um milhão de expectativas, mas sabendo que - antes ou depois do prazo que tínhamos em mente - voltaríamos para o Brasil. Mais especificamente, para Minas Gerais.
Agora, várias diferenças: chegamos em Picos, no Piauí, com mais dúvidas - que lojas existem por lá? como vai ser para alugar uma casa/apartamento? como é a cidade? - mas com mais certeza de que chegamos para ficar por um tempo beeem mais longo.
Ainda não vimos quase nada da cidade, mas a primeira impressão, apesar de bem ligeira, foi boa. Agora, a expectativa pelo início do trabalho na universidade e pela busca do nosso futuro lar.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Último Dia

Hoje é o aniversário do Dindi - que aliás, começou ontem. E começou com as despedidas oficiais... não com as despedidas de cada cidade ou país que nos acostumamos nos últimos tempos, mas com a despedida do continente que nos acolheu no último ano.
Não foi fácil sair do Brasil há um ano, mas não é tão fácil sair daqui agora. Estamos morrendo de saudades da nossa família, amigos, de tantos lugares, músicas (ah, o Terça Nobre que nos aguarde), sabores... mas despedidas são sempre difíceis. E, apesar da experiência que venho acumulando, fazer as malas é sempre árdua tarefa.
Em dois dias estaremos em Belo Horizonte. Ele estará um ano mais velho, mas parece que tanto se passou desde que nos despedimos de todos em Boa Esperança em agosto do ano passado que eu acreditaria se me dissessem que ao invés de 27 ele vai completar um pouco mais.


ele envelhecendo...
...e ela, criança

quarta-feira, 29 de junho de 2011

o último egészségedre

Vista do Castelo de Buda:
Rio Danúbio, Parlamento, Ilha de Margarete
Uma semana em Budapeste. Terminamos nosso último dia aqui relendo os guias que ganhamos de nossos amigos húngaros, Linda e Lajos, e chateados por não termos conseguido ir nem em metade de tudo que a cidade tem para oferecer.
Pelo menos, tivemos tempo suficiente para ter mais do que certeza que Budapeste está no topo de qualquer lista.
Estamos terminando de arrumar as malas. Nosso ônibus para Praga sai amanhã de manhã. Nas malas, os deliciosos bolinhos que lembram rocambole, mas que são completamente diferentes (mákos béigle), o chocolate recheado com queijo cotage e baunilha (quem pôde inventar um doce assim tão gostoso?), páprica e... vontade de ficar mais um mês.
Bebendo a última cerveja húngara, me despeço com a primeira palavra (das poucas) que aprendi desse idioma tão bonito e tão impossível de entender: egészségedre
Ponte Széchenyi, a primeira ligação entre Buda e Peste